Diogo Nogueira comemora dez anos de carreira se apresentando no Vivo Rio, com a turnê ‘Alma Brasileira’

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“Quem prende a gente em um estilo é quem nos rotula”, diz o cantor e compositor Diogo Nogueira ao ser indagado sobre qual tipo de música ele interpreta. “Por que não posso cantar outros gêneros? Só porque sou filho e neto de sambista? Sou um intérprete da música popular brasileira”, define-se, com voz segura e convicta, em entrevista ao Estadão, por telefone, de sua casa no Rio de Janeiro.

Diogo Nogueira diz que nunca quis se desvencilhar da herança familiar. O pai foi o grande sambista João Nogueira (1941-2000), e seu avô, João Batista Nogueira, que era violonista, chegou a tocar para Noel Rosa. “Tenho orgulho do que herdei musicalmente deles, mas fiz minha carreira cantando outros gêneros, além do samba, que não deixarei de cantar”, explica.(Amilton Pinheiro, O Estado de S.Paulo).

Filho do sambista João Nogueira, Diogo acostumou-se desde cedo a ser embalado por choros e sambas. João costumava levar o filho para cantar em seus shows e logo vieram os convites para participar de rodas de samba do Rio, hábito que lhe rendeu respeito e aprovação dos “bambas” da música. Desde pequeno, queria ser jogador de futebol e chegou a treinar na categoria de base de clubes no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, mas uma contusão no joelho fez Diogo mudar de ideia e a música popular brasileira ganhou um grande artilheiro.

Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
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Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
Diogo Nogueira ( fotos Anderson Borde /Agnews )
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